O “mar português” de Pedro Colón (IV) – Cabotando a costa dic26

O “mar português” de Pedro Colón (IV) – Ca...

    O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V         Sistematizem-se por ora, os dados já levantados. Para tal sugere-se uma breve viagem de cabotagem ao longo da costa atlântica portuguesa. Seguir-se-á o mapa de...

O “mar português” de Pedro Colón (III) – Cunhados e amigos dic24

O “mar português” de Pedro Colón (III) – C...

                      O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V       No apoio ao regresso vitorioso de Pedro Madruga à Galiza, Vasco da Ponte alude também aos cunhados,...

O “mar português” de Pedro Colón (II) – Parentes dic23

O “mar português” de Pedro Colón (II) – Pa...

                  O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V       Retomemos o velho texto de Vasco da Ponte. Uma vez casado em terras lusas, o ex-cónego de Tui, Pedro de Soutomaior, recebeu...

O “mar português” de Pedro Colón (I) – Estado da Arte dic20

O “mar português” de Pedro Colón (I) – Est...

                  O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V       Pedro Madruga não pode ter sido apenas e, tão só, o belicoso senhor feudal de Soutomaior, que cinco séculos de...

Pavia e o Colón Galego sep17

Pavia e o Colón Galego

Hernando Colón garantiu preto no branco na “Historia del Almirante” que o pai, na sua juventude, aprendeu as letras e estudou num lugar chamado Pavia. Não há pois quem pretenda discorrer sobre as origens do “descobridor” que se arrogue passar ao lado desta questão assaz particular. E se a Pavia italiana – com o seu Studio Generale fundado em 1361 – sempre foi a escolha óbvia sendo a Lombardia região vizinha da Ligúria, também logo houve quem estranhasse a frequência de tão elevado lugar a imberbe cardador de lãs. E mais se pesquisando, se não achou registo que ali colocasse o futuro navegador. Aventou-se então...

Cambados: o porto da discordia jun28

Cambados: o porto da discordia

Enrique Zas provou pela primeira vez ao mundo há cerca de noventa anos, que Cristóbal Colón conhecia detalhadamente os portos de Cambados e Santo Tomé, na ria de Arousa. O facto por vezes esquecido de alguns, foi-nos há dias relembrado por Rodrigo Cota, aqui mesmo em “Colonianos”.No...

O “mar português” de Pedro Colón (V) – Teria estado na Mina? jun15

O “mar português” de Pedro Colón (V) – Ter...

                        O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V       Sobejam, pois, referências factuais, integrando as casas de Távora e de Pombeiro da Beira, no...

Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes ( III ) – o tempo de Cristóvão Colón abr27

Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes ( III ) ̵...

                      Pedro Madruga  I Pedro Madruga  II Pedro Madruga III       Manuel da Maia foi Tabelião em Abrantes. A pedido do Juiz de Fora André de Matos Almada, dará provimento, em Junho de 1596 e Novembro de...

Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes (II) – o tempo dos navegantes abr20

Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes (II) – ...

                    Pedro Madruga  I Pedro Madruga  II Pedro Madruga III     Vimos já que em meados da década de cinquenta do século XV, Pedro Álvares de Soutomaior era cónego e pertencia ao cabido da Sé de...

Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes (I) – o tempo de provar nobreza abr13

Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes (I) – o...

                    Pedro Madruga  I Pedro Madruga  II Pedro Madruga III     Numa quinta dos arredores de Braga, o velho morgado Francisco Bernardo de Sá Sottomayor, regalava-se em juntar os netos ao seu redor, contando-lhes...

O Xadrez de Tordesilhas:  Colón, “Alpedrinha”, Caminha – Parte 3 – O “Almirante” abr06

O Xadrez de Tordesilhas: Colón, “Alpedrinha”, Caminha ̵...

D. Jorge da Costa começou a sua carreira eclesiástica em 1463, eleito Bispo de Évora. No ano seguinte, deixava a prelatura do Alentejo e assumia o Arcebispado de Lisboa, cargo a que renunciaria apenas em 1500, a favor do seu irmão D. Martinho da Costa. Poderá nesse início de carreira ter...

O Xadrez de Tordesilhas:  Colón, “Alpedrinha”, Caminha – Parte 2 – A “malha” abr02

O Xadrez de Tordesilhas: Colón, “Alpedrinha”, Caminha ̵...

No jogo de Tordesilhas, prova-se a rede tentacular do rei de Portugal através do capítulo CLXVIII da Chronica dos Valerosos, e Insignes Feitos Del Rey Dom Ioam II, de Gloriosa Memoria, escrita pelo português Garcia de Resende nos anos 1530-34, no qual se pode ler que D. João II “(…)...

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