O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V Sistematizem-se por ora, os dados já levantados. Para tal sugere-se uma breve viagem de cabotagem ao longo da costa atlântica portuguesa. Seguir-se-á o mapa de...
O “mar português” de Pedro Colón (III) – C...
posted by Antonio Pedro Sottomayor
O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V No apoio ao regresso vitorioso de Pedro Madruga à Galiza, Vasco da Ponte alude também aos cunhados,...
O “mar português” de Pedro Colón (II) – Pa...
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O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V Retomemos o velho texto de Vasco da Ponte. Uma vez casado em terras lusas, o ex-cónego de Tui, Pedro de Soutomaior, recebeu...
O “mar português” de Pedro Colón (I) – Est...
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O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V Pedro Madruga não pode ter sido apenas e, tão só, o belicoso senhor feudal de Soutomaior, que cinco séculos de...
Pavia e o Colón Galego
posted by Antonio Pedro Sottomayor
Hernando Colón garantiu preto no branco na “Historia del Almirante” que o pai, na sua juventude, aprendeu as letras e estudou num lugar chamado Pavia. Não há pois quem pretenda discorrer sobre as origens do “descobridor” que se arrogue passar ao lado desta questão assaz particular. E se a Pavia italiana – com o seu Studio Generale fundado em 1361 – sempre foi a escolha óbvia sendo a Lombardia região vizinha da Ligúria, também logo houve quem estranhasse a frequência de tão elevado lugar a imberbe cardador de lãs. E mais se pesquisando, se não achou registo que ali colocasse o futuro navegador. Aventou-se então...
Cambados: o porto da discordia
posted by Antonio Pedro Sottomayor
Enrique Zas provou pela primeira vez ao mundo há cerca de noventa anos, que Cristóbal Colón conhecia detalhadamente os portos de Cambados e Santo Tomé, na ria de Arousa. O facto por vezes esquecido de alguns, foi-nos há dias relembrado por Rodrigo Cota, aqui mesmo em “Colonianos”.No...
O “mar português” de Pedro Colón (V) – Ter...
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O mar P… I O mar P… II O mar P…III O mar P…IV O mar P…V Sobejam, pois, referências factuais, integrando as casas de Távora e de Pombeiro da Beira, no...
Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes ( III ) ̵...
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Pedro Madruga I Pedro Madruga II Pedro Madruga III Manuel da Maia foi Tabelião em Abrantes. A pedido do Juiz de Fora André de Matos Almada, dará provimento, em Junho de 1596 e Novembro de...
Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes (II) – ...
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Pedro Madruga I Pedro Madruga II Pedro Madruga III Vimos já que em meados da década de cinquenta do século XV, Pedro Álvares de Soutomaior era cónego e pertencia ao cabido da Sé de...
Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes (I) – o...
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Pedro Madruga I Pedro Madruga II Pedro Madruga III Numa quinta dos arredores de Braga, o velho morgado Francisco Bernardo de Sá Sottomayor, regalava-se em juntar os netos ao seu redor, contando-lhes...
O Xadrez de Tordesilhas: Colón, “Alpedrinha”, Caminha ̵...
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D. Jorge da Costa começou a sua carreira eclesiástica em 1463, eleito Bispo de Évora. No ano seguinte, deixava a prelatura do Alentejo e assumia o Arcebispado de Lisboa, cargo a que renunciaria apenas em 1500, a favor do seu irmão D. Martinho da Costa. Poderá nesse início de carreira ter...
O Xadrez de Tordesilhas: Colón, “Alpedrinha”, Caminha ̵...
posted by Antonio Pedro Sottomayor
No jogo de Tordesilhas, prova-se a rede tentacular do rei de Portugal através do capítulo CLXVIII da Chronica dos Valerosos, e Insignes Feitos Del Rey Dom Ioam II, de Gloriosa Memoria, escrita pelo português Garcia de Resende nos anos 1530-34, no qual se pode ler que D. João II “(…)...







